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domingo, 2 de outubro de 2011

"O Transporte Público em Cotia" - por Edegar Ferreira

Nota: Matéria publicada no Jornal Conteúdo Independente no início do mês.

Aconteceu no dia 26 de agosto passado, a Audiência Pública do Transporte, que teve como ponto central a abertura de licitação para ver qual empresa tomará conta do setor em nossa cidade e também a criação de novas linhas, bem como a falta de regulamentação do setor, e a necessidade de um enfrentamento da administração municipal com a EMTU/SP no sentido de que “é preciso mudar algumas regras estabelecidas”, como apontou o vereador Toninho Kalunga, também a favor do projeto, em seu pronunciamento.

A “EMTU/SP é uma sociedade anônima de economia mista (N.E. Quando existe coparticipação entre o Estado e de particulares, ambos reunindo recursos para a realização de um fim, sempre com objetivo econômico) e de capital fechado controlada pelo Governo do Estado de São Paulo. Sua principal atribuição, estabelecida pelo Decreto nº 24.675 de 30.01.86 é o gerenciamento de sistemas de baixas e médias capacidades, planejando e fiscalizando o transporte intermunicipal nas regiões metropolitanas do Estado São Paulo”
Fonte: Internet - http://www.emtu.sp.gov.br/institucional/.

O que foi apurado junto ao povo presente, vários líderes comunitários e moradores dos bairros mais afastados, é que eles não ficaram nada satisfeitos com o plano que vai ser executado: A opinião da população participante não estava no microfone da audiência, já que poderiam apenas fazer perguntas por escrito para encaminhar à mesa, e ouvimos um pacote pronto sobre o projeto.

O Secretário Municipal dos Transportes, Claudio Olores, comentou a cerca de um estudo, encomendado a uma empresa, feito “junto à população”, sobre as necessidades do município para a composição do projeto a ser executado.

“Uma parte importante disso”, informou um líder comunitário, “é que para que se fizesse um planejamento, a questão deveria ser debatida exaustivamente pela população e poder público, buscando alternativas viáveis que englobassem, por exemplo, a falta de segurança, a não estrutura dos bairros, como a falta de terminais de ônibus, as péssimas condições das ruas e calçadas, de acessos como vielas, a iluminação..., não é apenas uma questão de se colocar ônibus ou linhas a mais, e sim de respeitar o ser humano..., além da questão da ocupação desordenada da cidade que faz com que os bairros e seus acessos fiquem entupidos e desgastados rapidamente, pela falta de manutenção e excesso de uso na falta de caminhos alternativos em muitos bairros”.

Outro ponto ressaltado pelos moradores foi de que os motoristas, tanto de ônibus com os de lotação, estão despreparados para lidarem com as pessoas, tratando-as mal, abarrotando os seus veículos em péssimo estado de conservação, com atrasos sistemáticos, e é claro que temos as exceções, que confirmam a regra.

Agora vamos ver como a população se mobiliza para fiscalizar e aprimorar o plano, e também como a prefeitura e os vereadores darão continuidade nesta questão crucial de um município que chegou a mais de 200 mil habitantes, e está em plena expansão habitacional e de população, e nisto a participação da imprensa é imperativo!

É preciso que a sociedade se informe e se mobilize, já!
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Juntos por um transporte publico de qualidade e eficiente para todos.

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